Movimento Plástico Transforma

Tampinha legal: sustentabilidade na prática 

 

O Movimento Plástico Transforma apoia o Programa Tampinha legal. Uma iniciativa que promove a mobilização da sociedade de um jeito muito fácil: pela coleta de tampinhas plásticas.

Criado em 2016, o Programa Tampinha Legal propõe ações modificadores de comportamento de massa através do fomento e incentivo da coleta de tampas plásticas. A iniciativa teve seu início no Congresso Brasileiro do Plástico, com o intuito de dialogar melhor com a sociedade a respeito do material, com isso, aumentarmos os níveis de esclarecimento quanto ao destino adequado dos resíduos plásticos.

 

Um dos conceitos da economia circular aborda que os resíduos que não puderam ser evitados sejam reintroduzidos no ciclo produtivo como matéria-prima para fabricação de novos produtos. O objetivo é associar desenvolvimento econômico a um melhor uso de recursos naturais, por meio de novos modelos de negócios e da otimização nos processos de fabricação com menor dependência de matéria-prima virgem, priorizando insumos mais duráveis, recicláveis e renováveis.

 

 

Como funciona o Programa

As entidades assistenciais interessadas, podem se cadastrar no site do programa, para se tornarem pontos oficiais de coleta das tampinhas. Esse material é coletado, separado por cor e entregue no depósito do Tampinha Legal, onde um reciclador - que é apoiador oficial do programa - é chamado e pode então negociar o material, comprando-o diretamente das instituições sociais.

 

 

 

Como participar

Cada tampinha coletada significa aceitação e compreensão da importância do descarte adequado dos resíduos, que se transformarão em recursos para entidades assistenciais. Por isso, participar é realmente muito simples: basta juntar as tampinhas e destiná-las para os pontos de coleta da iniciativa.

O Programa incentiva a população de modo geral, escolas, comércio, empresas e entidades a recolherem tampas plásticas de qualquer embalagem,  tais como de embalagens de alimentos (óleo de cozinha, vinagre, sorvete, remédios, adoçante, refrigerante, etc); produtos de higiene pessoal (acetona, creme dental, perfume, lenços umedecidos, xampu, cosméticos, etc); produtos de limpeza (detergente, alvejante, desengordurante, amaciante, etc) entre diversas outras, e podem ter diferentes tamanhos, cores e conter qualquer tipo de material plástico.

 

Assista o vídeo para saber mais sobre os materiais coletados pelo Tampinha Legal:

 

Depois de separadas, as tampinhas devem ser encaminhadas para um dos pontos de coleta, localizados nas cidades participantes. Veja aqui o ponto de coleta mais próximo de você.

 

Para onde vai o valor arrecadado?

As entidades usam os recursos que recebem pela venda do material reciclável para ajudar pessoas com deficiência, em situação de vulnerabilidade social, cuidador de animais abandonados, entre outras causas.

Com os recursos obtidos através do Tampinha Legal, as entidades assistenciais podem adquirir medicamentos, alimentos, equipamentos, ração animal e/ou materiais escolares, como também custear tratamentos e exames de saúde humana e animal, entre outras ações.

Os valores obtidos são destinados integralmente para as entidades assistenciais participantes. Não há taxa de adesão, mensalidades, franquias, gratificações ou comissões sobre o material coletado.

 

Resultados do Tampinha Legal

Em 5 anos de Programa, o resultado é animador: mais de 665 toneladas de tampas plásticas recolhidas nos mais de 2.660 pontos de coleta distribuídos pelo Brasil, nos estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Minas Gerais, São Paulo, Alagoas, Pernambuco, Goiás e no Distrito Federal.

No site oficial do programa, há o “Tampômetro”, uma ferramenta de contagem de tampinhas, mostrando que, de 2016 até 2021, cerca de 370.212.500 tampinhas já foram coletadas. Em termos financeiros, isso representa um valor de mais de R$ 1.330.943,00.

 

O plástico em prol da inclusão e acessibilidade

Além de todas as ações, o Tampinha Legal também oferece as Oficinas Solidárias. Nelas, o programa ensina como confeccionar protótipos de andadores infantis de areia, os PR.A.I.A, feitos de PVC. O objetivo é que o equipamento possa proporcionar acessibilidade de crianças e adolescentes cadeirantes e com múltiplas deficiências, tornando assim, a praia acessível para todos.

No litoral gaúcho, por exemplo, os andadores de areia são cedidos gratuitamente, mediante apresentação de documento. A iniciativa faz parte do programa Ação Na Praia com Tampinha Legal, em parceria com o Serviço Social do Comércio (SESC-RS).

 

Quer conhecer mais sobre o Tampinha Legal?

Acesse https://tampinhalegal.com.br e veja como é fácil participar doprograma.

 

Você pode ajudar a transformar suas tampinhas de plástico em recursos para entidades assistenciais.

 

 

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